terça-feira, 1 de abril de 2014

Papelada


O que é:
O Projeto Papelada faz parte do Programa Cativarte, desenhado para crianças e jovens entre 9 e 17 anos, com 300 atendimentos semanais. Colabora com o processo de formação de um jovem capaz de perceber a importância de estudar, confiante na sua capacidade de escolher e realizar, consciente de suas vocações e aberto a diferentes culturas.

No Projeto Papelada propomos a formação de jovens sensíveis, com visão crítica e com coragem de expressar suas opiniões, precisamos propiciar-lhes a chance de exercitar e desenvolver essas habilidades. A contemplação das formas, luzes e cores permite a apreensão do mundo estético e a reflexão sobre o patrimônio cultural.

Objetivos de desenvolvimento:
Atividades planejadas para estimular e desenvolver as seguintes habilidades:

A)           Objetivos Gerais:
Através de diversas técnicas de artes plásticas com construção de figuras de empapelamento, dobraduras, cenários, maquetes, mosaicos os adolescentes e jovens desenvolvem a sensibilidade para o mundo visual, e aprendem a se expressar através da arte, pois são estimulados a fazer a sua peça individual.

B)           Objetivos Específicos:
Espacial: a pintura e a escultura envolvem uma sensibilidade apurada para o mundo visual e espacial, assim como a capacidade de recriá-lo nas artes plásticas.
Corporal: moldar uma peça desenvolve motricidade fina no constante uso das mãos.
Intrapessoal:
- autoconsciência: descobrir talentos/prazer na manipulação de materiais/descobrir o gosto pessoal; 
- autocontrole: aprender uma técnica requer muita dedicação/é preciso muita paciência para não pular etapas (esperar a cola secar, lixar, pintar primeira mão, esperar secar, lixar, entre outros); e
- autoconfiança: acreditar na capacidade de idealizar e fabricar um objeto/ter orgulho de uma peça bem feita.
Interpessoal:
- empatia: respeitar a peça do colega, perceber que as pessoas têm gostos diferentes e respeitar as diferenças;
 - cooperação: divisão de material, colaboração com as técnicas, trabalho coletivo, olhar apreciativo ao trabalho conjunto.


Metodologia:
Através das várias técnicas de artes plásticas o educador estimula os educandos a usar a criatividade e se expressar plasticamente. Primeiramente, por meio de pesquisa na internet e em livros, ou em visitas a ateliês, tomam conhecimento da produção de artistas, e depois são desafiados a criar suas próprias peças. A convivência dos educandos de várias idades unidos pelo mesmo interesse é produtiva e estimulante. O produto é muito importante porque mostra a capacidade do grupo, mas a Acorde sabe que mais importante é o processo e a vivência de grupo, quando desenvolvem as habilidades pessoais e sociais. A auto-avaliação é feita através da montagem de um painel para expor a produção do grupo.

Material didático:
Papel, cola, jornal, revistas, arame, tinta, lixa, pincel, lápis de cor, tesoura, alicate, verniz, argila, canetas, giz, madeira, tecido e material reciclável, toca, CD, DVD, computador, maquina fotográfica, impressão de fotos (painel).

Transporte:
Uso do veículo da Acorde ou contratação de ônibus pra visitas culturais.

Número de pessoas atendidas: 20 educandos de 9 a 17 anos, inscritos no Programa Cativarte.

Duração do projeto: 12 meses, com encontros de 2 horas, duas vezes na semana, no período da tarde.

Para fazer sua doação:
1. Baixar o programa IRPF 2014 no site: 
http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2014/declaracao/download-programas.htm
2. Escolher a opção de declaração “Por Deduções Legais” e não “Por Desconto Simplificado”;
3. Lançar todos os seus rendimentos e deixar a doação para o final do preenchimento da declaração;
4. Entrar na ficha “Doações Diretamente na Declaração ao ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente” — que fica no Resumo da Declaração no programa;
5. Selecionar o tipo Municipal e depois, o estado: SP – São Paulo e a cidade de Embu das Artes;
6. Informar o valor da doação, que deve estar dentro do limite de dedução, calculado automaticamente pelo software (mostrado à direita, na mesma tela); e
7. O programa emitirá um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), que deve ser pago em dinheiro, pessoalmente, nas agências bancárias, ou pelos meios eletrônicos oferecidos pelo banco. O pagamento deve ser feito até o último dia da entrega da declaração.

 

Ajude-nos a controlar sua doação: 

Para podermos ajudar no controle de sua doação, é importante que nos mande as seguintes informações para o e-mail mobilize@acorde.org.br.

1. NomeCPF ou CNPJ do doador;

2. Data e valor do pagamento da DARF; e
3. Informe o projeto para o qual destinou sua doação: Projeto Papelada.
4No seu e-mail, pedimos escrever: “Estou ciente de que 90% da minha doação será direcionada para o projeto escolhido, e 10% da doação vai para o FUMCAD, conforme resolução do CMDCA de Embu das Artes”.

Projeto Culinarte





O que é:
O Projeto Culinarte faz parte do Programa Cativarte, desenhado para crianças e jovens entre 9 e 17 anos, com 300 atendimentos semanais. Colabora com o processo de formação de um jovem capaz de perceber a importância de estudar, confiante na sua capacidade de escolher e realizar, consciente de suas vocações e aberto a diferentes culturas.

No Projeto Culinarte as descobertas se dão pelo desenvolvimento dos sentidos e do conhecimento de nutrição, gastronomia e eventos. A cozinha é um lugar mágico, cheio de transformações, cheiros e gostos. A comida não apenas nos mantém vivos, mas mantém vivos nossos sentidos. Através da degustação e manipulação dos ingredientes, os educandos aprendem os conceitos básicos de culinária e o prazer da alimentação.
E é assim, descobrindo interesses, que o jovem passa se colocar de forma proativa na sua formação. É um dos aspectos do que trabalhamos e chamamos de desenvolvimento humano.
Objetivos de desenvolvimento:
Atividades planejadas para estimular e desenvolver as seguintes habilidades:
Lógico-matemática: os conceitos abordados na oficina aumentam a capacidade de entender as frações, medidas e transformações físicas.
Espacial: apresentação dos pratos é essencialmente plástica.
Intrapessoal:
autoconsciência: a culinária propicia a descoberta do gosto pessoal;
autocontrole: a culinária depende do controle de quantidades, temperatura e tempo de cocção, exigindo grande paciência e atenção; e 
autoconfiança: o conhecimento de receitas aumenta a confiança para apresentar as próprias criações.
Interpessoal:
empatia: é necessário entrar em sintonia para acertar o gosto das outras pessoas;e 
cooperação: numa cozinha o trabalho é grupal e depende de cooperação.

Metodologia:
É uma metodologia essencialmente prática, é durante a execução de uma receita que os conceitos de higiene, proporções, e transformações químicas são assimilados. As receitas produzidas são muito importantes porque mostram a capacidade do grupo, mas a Acorde sabe que mais importante é o processo e a vivência de grupo, quando desenvolvem as habilidades pessoais e sociais. O grupo faz visitas técnicas a cozinhas de restaurantes e recebem a visita de profissionais da área para aulas práticas, ampliando assim seu repertório. Os jovens praticam suas habilidades nos eventos comemorativos da Acorde.

Material didático:
Ingredientes de alimentação, equipamentos e utensílios culinários, uniforme-jaleco, touca, toca CD, DVD, computador, maquina fotográfica, impressão de fotos (painel).

Transporte:
Uso do veículo da Acorde ou contratação de ônibus para visitas culturais.

Número de pessoas atendidas:
20 educandos de 14 a 17 anos inscritos no Programa Cativarte.

Duração do projeto: 12 meses, com encontros de 4 horas, duas vezes na semana, no período da tarde.

Para fazer sua doação:
1. Baixar o programa IRPF 2014 no site: 
http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2014/declaracao/download-programas.htm
2. Escolher a opção de declaração “Por Deduções Legais” e não “Por Desconto Simplificado”;
3. Lançar todos os seus rendimentos e deixar a doação para o final do preenchimento da declaração;
4. Entrar na ficha “Doações Diretamente na Declaração ao ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente” — que fica no Resumo da Declaração no programa;
5. Selecionar o tipo Municipal e depois, o estado: SP – São Paulo e a cidade de Embu das Artes;
6. Informar o valor da doação, que deve estar dentro do limite de dedução, calculado automaticamente pelo software (mostrado à direita, na mesma tela); e
7. O programa emitirá um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), que deve ser pago em dinheiro, pessoalmente, nas agências bancárias, ou pelos meios eletrônicos oferecidos pelo banco. O pagamento deve ser feito até o último dia da entrega da declaração.

 

Ajude-nos a controlar sua doação:

 

Para podermos ajudar no controle de sua doação, é importante que nos mande as seguintes informações para o e-mail mobilize@acorde.org.br:

1. NomeCPF ou CNPJ do doador;

2. Data e valor do pagamento da DARF; e
3. Informe o projeto para o qual destinou sua doação: Projeto Culinarte
4. No seu e-mail, pedimos escrever: “Estou ciente de que 90% da minha doação será direcionada para o projeto escolhido, e 10% da doação vai para o FUMCAD, conforme resolução do CMDCA de Embu das Artes”.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Um pedido diferente...

Vira e mexe recebemos pedidos para passeios das crianças e jovens da Acorde mas, no final do ano passado, o que veio foi mais que isso, foi uma cobrança...  Salete, nossa coordenadora de comunidade, foi surpreendida com o apelo de algumas crianças e jovens para visitar um abrigo, promessa feita há tempo.

Como a agenda de final de ano já estava bem apertada na organização, os jovens se prontificaram a organizar o passeio; espalharam a notícia, arrecadaram brinquedos e roupas e cada dois educandos ficaram responsáveis por uma criança do abrigo.  Na data marcada todos chegaram mais cedo, ajudaram a organizar os presentes e seguimos viagem para a cidade de Embu Guaçu, com um jovem voluntário vestido de Papai Noel.

Ansiosos para o encontro, cada um já sabia quem era seu “afilhado” do dia, com quem iria encontrar e promover uma tarde diferente e divertida, além de dar o presente.

A chegada foi uma festa só, muitos abraços e sorrisos, alguns ajudaram os funcionários a dar banhos nos menores e assim que as crianças iam ficando prontas desciam para a quadra. Pouco a pouco o lugar foi ficando repleto de crianças, e a tarde cheia de atividades, com show de malabarismo, brincadeira de bola, cantoria e danças juntos.

Uma tarde de aprendizado e descobertas. Muitos ficaram surpresos com a realidade de vida das crianças e jovens do abrigo mas, ao mesmo tempo, se reconheceram, pois criança é criança em todo lugar.  Micael Brito, 11 anos, adorou a experiência e conta: “eu gostei muito de brincar com eles e aprendi que devemos valorizar os nossos pais”.

Encerramos o ano com esta ação de protagonismo e solidariedade, muito orgulhosos por nossos pequenos cidadãos, que já multiplicam o que aprendem por aqui...


Priscila Fonseca
Agente de Comunicação e voluntária da ação

Editorial | Fevereiro 2014


Qual a importância da Acorde, afinal?

Janeiro é mês de formação na Acorde e, portanto, de refletir sobre o que fazemos, por que fazemos e aonde queremos chegar. Ao nos dedicarmos a tal tarefa temos sempre que pensar em nosso foco – a criança e o jovem –, e em nossa missão: fortalecê-los para o futuro. Mas que futuro é esse? O que precisamos fortalecer neles?

Vivemos tempos desafiadores, de grandes mudanças na forma como estamos no mundo e em como nos relacionamos, provocados pela revolução da comunicação e pela consequente rapidez na disseminação de conhecimento e informação. “Estamos apenas no início da evolução da comunicação digital. Estamos na pré-história de uma nova era (...)”, afirma o filósofo francês Pierre Lévy, doutor em História da Ciência pela Universidade de Sorbonne, em Paris.

Isso gera um sério problema para a sociedade em relação a como preparar as crianças de hoje para o futuro, porque não há como prever como será o mundo daqui a trinta anos.

No entanto, algumas reflexões podem ser feitas. Se olharmos para o sistema educacional atual, por exemplo, veremos que foi construído sob a égide da matemática e das ciências, seguindo a tendência e os valores da Revolução Industrial, como quase todos os sistemas educacionais do mundo ocidental. Assim, as crianças  continuam a ser educadas para desenvolver características que eram importantes no século XIX.

Mas, e agora, essas mesmas características ainda são fundamentais? Que ferramentas os adultos de 2040 precisam ter para enfrentar os desafios da contemporaneidade? O que precisa ser incentivado, nutrido e acolhido nas crianças? Segundo especialistas, como o inglês Sir Ken Robinson, consultor internacional em educação, a criatividade é uma delas. Soluções criativas serão necessárias para o desenvolvimento da humanidade e endereçamento dos problemas que hoje a desafiam, como água limpa e energia.

No entanto, a criatividade não é uma qualidade desenvolvida pela matemática e pelas ciências, como são o pensamento lógico e a capacidade analítica, mas sim atribuída à música, à dança, ao teatro, enfim, às artes em geral.

É nisso que a Acorde acredita, e parece que estamos no caminho certo.
Nota: sobre o assunto, vale a pena ver esta palestra: Sir Ken Robinson TED Talk


A importância do Brincar

Você conhece o Projeto Recreação?

O Projeto Recreação, que neste ano de 2014 conta com o apoio financeiro da AES Eletropaulo, foi pensado para crianças de 6 a 9 anos, os nossos pequenos, e utiliza o brincar como instrumento de diálogo, estímulo e desenvolvimento humano. O brincar faz parte da educação do ser humano e é a primeira e mais efetiva experiência em nosso aprendizado, sendo considerado um instrumento para o viver e conviver. 

O brincar, considerado como processo educativo, é promovido pela Acorde como uma oportunidade de desenvolvimento em que as necessidades básicas humanas são satisfeitas, tais como o praticar, escolher, perseverar, imitar, imaginar, dominar e confiar, adquirindo novos conhecimentos e habilidades, pensamentos e entendimentos lógicos e coerentes. 

Devemos encarar todo e qualquer indivíduo como agente do seu mundo, que constrói a si próprio, pensando e planejando suas ações. Brincando de roda e de bola, cantando e dançando, imaginando e interpretando, experimentando diferentes papeis e personagens, as crianças desenvolvem as habilidades que precisam para enfrentar os desafios do crescimento. 

O nosso plano pedagógico para 2014 considera como linguagem as brincadeiras de roda (que trazem em suas coreografias as simbologias específicas de unidade, considerando a importância de cada ser), as cantigas populares (que, ao longo da história, transmitem lendas e cultura através da oralidade, consolidando o vínculo afetivo e emocional entre pessoas de diferentes idades, cultuando assim a ancestralidade), e as danças populares (um patrimônio artístico cultural, de significativa importância na dinâmica da nossa sociedade e que, historicamente, vem cumprindo um papel de organização, manutenção e recriação de tradições herdadas das diferentes etnias que constituem o povo brasileiro). Através delas estimulamos e desenvolvemos características intrapessoais e interpessoais, como a autoconsciência, o autocontrole, a empatia e a cooperação. 

O futuro da nossa sociedade será determinado pelas condições oferecidas aos indivíduos nela inseridos. E é nessa perspectiva que a Acorde deseja acontecer: disponibilizando o universo das brincadeiras como instrumento de construção e educação humana.

Mauren Picelli
Assistente de Coordenação Pedagógica

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Editorial | Dezembro 2013



As organizações sociais desempenham um importante papel na sociedade. Que são substitutas do Estado em sua insuficiência em prestar serviços de qualidade, todos sabemos. No entanto, existem um outros aspectos que as organizações têm potencial para desenvolver, como a promoção de cidadania ativa nas comunidades onde atuam e a participação em conselhos paritários, exercendo influência e controle sobre a atuação do governo.  

A Acorde, por exemplo, ocupa hoje a presidência do Conselho Municipal da Criança e Adolescente de Embu das Artes (CMDCA), uma cadeira no Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental Embu Verde (APA Embu Verde) e participa das reuniões abertas do CONSEG Centro, um dos conselhos de segurança do município.

Mas o que isto tem a ver com cultura de doação? Tudo. Uma organização só atinge e mantém este seu potencial quando tem recursos, consegue recrutar profissionais de qualidade para atender seu público e dirigi-la. A lógica neste quesito, meus senhores, é a mesma do setor privado.

Recursos, por sua vez, têm basicamente três origens: governo, empresas e cidadãos. O governo tem recursos para investir no terceiro setor, e muitas organizações, pelo Brasil afora, dependem dele para sobreviver. Claro que a dependência dificulta o exercício da influencia e do papel de controle.

A maior parte dos recursos que chegam no terceiro setor, no Brasil, vêm das empresas. Suis generis, como em muitos outros aspectos, nossa nação é a única do mundo onde isto acontece. Pensemos um pouco sobre o papel das empresas. Primordialmente, tem a obrigação legal de gerar lucros para seus sócios ou acionistas e, assim, em muitas delas, o investimento social está estreitamente ligado ao resultado, ainda que de imagem. Problema? Muito investimento é feito em temas charmosos, como educação e esporte, e quase nenhum em direitos humanos. Além disso, raramente são recursos livres, ou seja, que podem ser usados para que as organizações sociais ocupem o espaço acima descrito.

E os recursos dos cidadãos? É com o dinheiro de doação dos indivíduos que é possível a construção desta base sólida da sociedade brasileira. Um dinheiro que chega livre às organizações, dando a elas poder de influência, poder de construção, poder de continuarem criativas na solução dos problemas sociais. É com este dinheiro que organizações fortalecem suas bases. É com este dinheiro que participam dos conselhos paritários. É com este dinheiro que estudam e se desenvolvem, que aprofundam sua prática e entendem a importância de não estarem fechadas em seus muros, de não replicarem os modelos da sociedade que já se mostraram ineficientes.

O Brasil acaba de ser rebaixado no chamado Índice de Solidariedade (World Giving Index), passando de 83o para 91o lugar. O índice mede, na maioria dos países do mundo, as doações feitas por indivíduos para organizações sociais. 

O Movimento por uma Cultura de Doação é a expressão coletiva de que precisamos aumentar esta base de doadores no Brasil, de que precisamos ter organizações fortes para exercerem por inteiro seu papel na sociedade. Não começamos ontem... como um enorme país que somos, temos louváveis 24 milhões de doadores. Queremos 100 milhões. Queremos uma sociedade onde a cidadania não seja apenas um direito, mas uma realidade.


Um ótimo 2014 a todos!

Joana Lee Ribeiro Mortari
Desenvolvimento Institucional

Veja algumas das ações que o Movimento por uma Cultura de Doação apoiou neste semestre:

Limpa do Bem, do Imagina na Copa.
Lançamento do PorCausa, da Base Colaborativa.
Lançamento do Dia de Doar, inspirado em movimentos congêneres em outros países, como o Giving Tuesday, o Day of International Giving e o Un Dia para Dar.


Seja bem vindo ao ponto de encontro do Movimento por uma Cultura de Doação

VI Acorde Gastrônomico



A manhã do dia de 19 de outubro estava linda, temperatura aconchegante, vento fresquinho e céu azul. Sons, sabores e aromas misturavam-se harmoniosamente com cores e sorrisos. Gente solidária, com vontade de participar, de compartilhar e de saborear um delicioso almoço siciliano. Foi neste clima que abrimos nossa casa para receber os mais de 100 convidados que participaram do 6º Acorde Gastronômico, que nesta edição contou com o talento do chef Domenico Mira.


Os jovens do projeto Canto do Canto realizaram a missão de harmonizar o ambiente com um acústico composto por blues e MPB. Enquanto isso os jovens do projeto Culinarte acertavam os últimos detalhes para a recepção dos convidados, e um grupo muito especial de jovens apresentava a Acorde e contava um pouco de sua história pessoal. Todos se sentiam à vontade para degustar os petiscos e os vinhos escolhidos a dedo pela sommelier Alexandra Corvo. Os convidados puderam aproveitar o verde da Acorde, as famílias sentaram embaixo das árvores, aproveitavam o espaço para se reencontrar, fazer novos amigos e conversar, enquanto as crianças corriam e brincavam no nosso quintal. O almoço foi servido e durante a tarde todos puderam conhecer mais sobre o trabalho que a organização realiza. Um vídeo que conta um pouco do processo de capitação da associação foi apresentado. Dessa forma, cada convidado pôde perceber como é importante para Acorde. O Acorde Gastronômico buscou demonstrar de que maneira o trabalho desenvolvido pela Acorde beneficia 250 crianças e jovens atendidos atualmente e já contribuiu com os mais de 1200 que passaram por aqui no decorrer destes seis anos de história. Para encerrar, o café foi servido no pátio, acompanhado de deliciosas bolachinhas preparadas pelos jovens do Projeto Culinarte, sob a supervisão da voluntária Elda Arruda. Os jovens do projeto Acorda Corpo - Maculelê encantaram os convidados com as apresentações de acrobacias, e a nossa cativa percussão do Acorde pro Ritmo agitou tudo! O saldo foi positivo, com mais de 18 mil reais arrecadados, 2 doadores pontuais e 14 novos apoiadores comprometidos com um valor mensal para a organização. Os recursos serão investidos nas oficinas oferecidas as crianças e aos jovens. O Acorde Gastronômico só foi possível com a ajuda de voluntários e funcionários que dedicaram tempo e esforços para que tudo corresse bem. A tradição continua no ano que vem... Já temos até um chef definido. Aguarde as próximas notícias!

Realização:
Acorde e Domenico Mira 
Parceria: Ciclo das Vinhas 
Patrocínio: 
AGR Consultoria
 Espaço Granja Viana
Levorin Pneus e Câmaras 
RN Incorporadora e Construtora 
Spina Materiais de Construção 

Apoio: 
Agrobonfim 
Casa Bauducco 
Colégio Dante Alighieri
Condomínio Vila Real Editora 
Trip Gráfica IBEP 
Lavanderia Lavasecco da Granja Viana
Padaria Le Bon Pain Salotex 
Vinci Importadora de vinho 

Voluntários: 
Carminha Pereira Gomes
Elda Arruda 
Ítalo Nunes
Patrícia Ribeiro de Almeida 
Sandra Regina do Amaral